sexta-feira, fevereiro 19, 2010

Lisboa, um regresso quase obrigatório

ao primeiro dia, o frio, o anonimato, as pessoas, os olhares, a desconfiança, o policia, a menina que usa o visor do telemóvel como espelho para se maquiar, o emigrante que atentamente lê a pagina de classificados, a senhora que olha o vazio, a chuva, o paladar do restaurante porco espinho e a vendedora de castanhas que me reconheceu;

ao segundo dia, os amigos e as saudades que desapareceram nos abraços, nos sorrisos e nas conversas de longas horas;

e ao terceiro dia, o sol, o restauradores, o metro, o bairro alto, a baixa de chiado, o café com a melhor coxinha, Belém, o Museu Coleção Berardo, o BES Photo, o Body Without Limits de Judith Barry, a Retrospectiva de Robert Longo, o eléctrico amarelo, o cheiro dos pasteis de nata, o taxista guineense, a sobrinha que já tem dentes e antes que me esqueça, Invictus de Eastwood, que como disse Morgan Freeman, isso não é um filme sobre racismo é um filme sobre tolerância e inteligência.

4 comentários:

Anónimo disse...

Nossa Lisboa.
Eu venci.
Delícia.

Beijinho.

p.

Carla disse...

Bonita viagem!

Maresia disse...

Lisboa é uma varanda, espaçosa e linda como sempre..:)

visões disse...

Lisboa é linda, já vive lá.