foto© Wilfred
quarta-feira, novembro 20, 2013
terça-feira, novembro 19, 2013
segunda-feira, novembro 18, 2013
um convite aos de cá
luanda é uma cidade culturalmente muda na maior parte do ano, mas em determinados momentos, todos resolvem falar ao mesmo tempo!
isso para dizer que os momentos culturais aqui são assim, por vezes passámos meses sem nada de jeito e outras vezes acontecem como agora, tantas iniciativas que a cidade fervilha porque temos várias opções independentemente da qualidade de algumas dessas iniciativas.
amanhã, quase no mesmo horário da projecção do documentário Triangulo que tanto quero ver, será inaugurada a 2ª edição do JAANGO, uma residência artística com os artistas Benjamin Sabby, Francisco Vidal, Januário Jano, Álvaro Macieira, Don Sebas, Manpuya e outros, onde o público terá oportunidade de ver tintas com cores vivas, madeira de vários tamanhos, desenhos de monstros, lixo reciclado, retratos desenhados a mão, vassouras com cores bonitas, enfim, muita coisa interessante para quem puder passar pelo SIEXPO.
um convite aos de cá
No âmbito do programa do VI Festival Internacional de Cinema de Luanda - o Centro Cultural Português de Luanda anuncia para segunda feira - 18 de Novembro, pelas 18H30 o lançamento do Vol. II da obra "Angola, o nascimento de uma nação - o cinema da libertação" - Coordenação Maria do Carmo Piçarra e Jorge António numa edição Guerra & Paz.
sexta-feira, novembro 15, 2013
uma coisa chamada FIC – Luanda
duas notas de interesse.
primeira nota: não sou critico de cinema, não sou cinéfilo (do dicionário brasileiro!), não sou jornalista cultural e é bem possível que não entenda nada de guiões, direcção de actores, e outros detalhes do mundo do cinema.
segunda nota: faço parte do projecto Angola Ano Zero, que está a concorrer na VIª edição do FIC – Luanda na categoria de melhor documentário.
a primeira e única vez que escrevi sobre o FIC – Luanda foi aqui, e quem quiser saber o motivo basta clicar no link e ler o texto para entender o que achei daquela edição. depois, nunca mais me interessei no que esta coisa se transformou, talvez por achar que o evento retrocedeu para uma Angola que coincidentemente é retratada num livro com dois volumes que será lançado nesta edição do FIC – Luanda.
Angola, O Nascimento de Uma Nação, começa com um texto da Maria do Carmo Piçarra.
quando o cinema nasceu, em Angola, não foi um cinema angolano. durante décadas não existiu cinema angolano.
ao principio não existiu, sequer, cinema. eram filmes sem olhar, deslumbrados com as paisagens, montras de exotismo – natural mas também social e cultural. a realidade impunha-se à câmara e esta quedava-se, sem capacidade de elaborar sobre aquilo em que olho, mediado pela lente, assentava. era um cinema sem visão, ainda.
não sei porquê, mas este texto fez-me lembrar do FIC – Luanda, um evento sem coordenação artística, sem comunicação, sem identidade e pior, um evento dirigido por pessoas que acreditam que as coisas só são bem feitas quando existe dinheiro, o que se aproxima muito daquela ideia arrogante muito angolana de que a bufunfa compra tudo!
o Festival Internacional de Cinema de Luanda começa hoje, ou melhor, começa hoje aquilo que muitos insistem em chamar de festival, que na verdade deveria é chamar-se de amostra de cinema!
entretanto, vou estar por lá e as minhas prioridades vão para António Ole, Death Metal Angola, Triangulo e por razões obvias, Angola Ano Zero.
Director | Rui Simões
Director | Jeremy Xido
Director | Fernanda Polacow e Juliana Borges (Brasil) / Mário Bastos (Angola) / Filipa Reis e João Miller Guerra (Portugal)
Director | Ever Miranda
quinta-feira, novembro 14, 2013
quarta-feira, novembro 13, 2013
arquivo_morto
ontem, no centro cultural academia bai foi inaugurada a exposição colectiva arquivo_morto, com trabalhos de Kiwla Santos, Delio Jasse, Furtunato Bangui, Joana Taya, Mangovo e Paulo Azevedo.
um espaço lindo onde as obras e o conceito se encaixaram bem... a música dos anos 60 que vinha do dj e o excelente vinho que era servido pelas meninas, tudo para que o evento corresse bem.
na verdade, a exposição arquivo_morto parecia mesmo morta... sem público, sem os artistas com a excepção do Mangovo e com um curador a desfilar entre as peças, os jornalistas e alguns executivos com uma pose como se fosse ele a grande estrela do momento!
afinal, somos os maiores!
de facto ARQUIVO MORTO não consta na CAIXA NEGRA dos registos actuais das produções angolanas, e esta serie de artistas nem rótulos têm no sector. Daí o inicio da interrogação ao considerar arte e estética angolana neste mesculho destas diferentes disciplinas. é a possibilidade de liberdade e espaço para imaginação, oportunidade de percepção e desenvolver um arquivo de ideias e de fricções da arte desvinculada de qualquer regra ou controle.
Carlos Major | curador/art director
terça-feira, novembro 12, 2013
domingo, novembro 10, 2013
detalhes dum final feliz
e no final, houve espaço para outros momentos que também podem fazer parte da receita de uma boa refeição. a dança, a diversão, os sorrisos, a música, o reencontro de amigos, as novas amizades e outras emoções que se notavam no rosto das pessoas.
sem ser perfeito e com as falhas de qualquer evento realizado por um ser humano, o Angola Food e Drink Festival, deixa acima de tudo elevadas expectativas para uma organização que teve uma excelente ideia. aguardamos todos a 2ª edição.
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